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Criptorquidia: porque meu filho tem isso?

A criptorquidia é uma condição relativamente comum na infância e costuma gerar muitas dúvidas e insegurança nos pais. O termo se refere à ausência de um ou dos dois testículos na bolsa escrotal, porque eles não completaram corretamente o trajeto normal de descida durante o desenvolvimento do bebê.

Na maioria dos casos, trata-se de uma condição congênita, identificada ao nascimento ou nos primeiros meses de vida, e que exige acompanhamento com uropediatra.

Durante a gestação, os testículos se formam dentro do abdome do feto e, ao longo do desenvolvimento, descem naturalmente até a bolsa escrotal, geralmente no final da gravidez.

Na criptorquidia, esse processo de descida não se completa, fazendo com que o testículo permaneça no abdome, no canal inguinal ou em posição anormal fora do escroto.

A condição pode afetar apenas um testículo (mais comum) ou ambos.

A causa exata da criptorquidia nem sempre é conhecida, mas está relacionada a fatores do desenvolvimento fetal. Entre os principais fatores associados estão:

  • Prematuridade
  • Baixo peso ao nascer
  • Alterações hormonais durante a gestação
  • Fatores genéticos ou familiares
  • Alterações no mecanismo de descida testicular

A criptorquidia pode se resolver sozinha?

Em alguns casos, especialmente nos primeiros meses de vida, o testículo pode descer espontaneamente.

Por isso, é comum que o uropediatra acompanhe a criança até cerca de 6 meses de idade.

Após esse período, a chance de descida espontânea é baixa.

Quando o testículo não está no escroto após os primeiros meses, a avaliação especializada é fundamental.

 

Quando não corrigida no momento adequado, a criptorquidia pode trazer consequências a longo prazo, como:

  • Prejuízo na produção de espermatozoides
  • Aumento do risco de infertilidade futura
  • Maior risco de torção testicular
  • Maior risco de trauma
  • Aumento do risco de câncer testicular na vida adulta

O tratamento da criptorquidia é, na maioria dos casos, cirúrgico, por meio de um procedimento chamado orquidopexia.

O momento ideal da cirurgia é geralmente entre 6 meses e 1 ano de idade, podendo variar conforme cada caso.

Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, maiores são as chances de preservar a saúde testicular do seu filho no futuro.

 

 

Dr. Marcelo de Oliveira Rosa

Uropediatra em Goiânia

CRM-GO: 6839  RQE: 3524/3629

 

Clínica do Cálculo

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